Quem sou eu

domingo, 8 de agosto de 2010

IFRN / UAB
Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental / Modalidade de EaD
Calendário das Monografias


30 de agosto
Prazo final para definição das bancas para defesa da monografia e
prazo final de retorno dos orientadores com as revisões propostas e
encaminhamentos da monografia.

28 de setembro
Prazo final para entrega das monografias impressas e encadernadas
para a banca.

07 de outubro (quinta-feira)
Defesa pública das monografias em Mossoró.

08 de outubro (sexta-feira)
Defesa pública das monografias em Luís Gomes.

09 de outubro (sábado)
Defesa pública das monografias em Martins.

10 de outubro (domingo)
Defesa pública das monografias em Currais Novos.
A Coordenação

sábado, 7 de agosto de 2010

Ranking aponta UFRN como nona melhor do país e 19ª da América Latina

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) é a nona universidade mais qualificada do Brasil e a 19ª entre as instituições da América Latina, de acordo com o ranking das melhores instituições de ensino superior divulgado pela Webometrics Ranking Web of World Universities. A UFRN ficou atrás apenas da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas(Unicamp), Universidade Federal de Santa Catarina(UFSC), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Desde 2004, o ranking é divulgado duas vezes por ano, em janeiro e julho, cobrindo mais de 20 mil instituições de ensino superior em todo o mundo. O relatório leva em conta o desempenho global e a visibilidade das instituições na web, incluindo indicadores de pesquisa e qualificação de estudantes e professores.
O Webometrics Ranking Web of World Universities é promovido pelo Conselho Superior de Investigações Científicas da Espanha.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Novos projetos fortalecem o ensino à distância no IFRN



Na foto Professor Franklin Miguel (esquerda) - Coordenador do Polo Universitário de Luís Gomes e Prof. Erivaldo Cabral - Chede do DETED.


Investimentos chegam a R$ 580 mil

O Departamento de Tecnologias Educacionais e Educação à Distância (Deted) do IFRN entra numa nova fase neste segundo semestre: o da expansão do uso das tecnologias de comunicação nas esferas acadêmica e administrativa da instituição. Um passo importante para isso foi a aprovação, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), de quatro projetos voltados à elaboração de material didático e à capacitação de servidores para atuar na educação à distância no Instituto, num investimento de R$ 580 mil.
“Hoje não tem mais sentido desprezarmos ferramentas poderosas de ensino e aprendizagem por causa do preconceito que muita gente ainda tem contra a eficácia dessas novas tecnologias. Elas estão aí para serem aperfeiçoadas e usadas na formação de alunos e servidores, com ganho de tempo e de recursos para a instituição, sem que isso implique perda de qualidade”, diz o professor Erivaldo Cabral, coordenador do departamento.
A importância da aprovação dos projetos e as expectativas para o papel da comunicação e educação à distância foram o tema da entrevista abaixo que o coordenador do Deted concedeu.
P – Esse investimento do IFRN em equipamentos, tecnologia e capacitação de servidores para atuar na educação à distância é isolado ou faz parte de um esforço generalizado na Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica?
Erivaldo
– A expansão do ensino à distância é uma das grandes prioridades deste governo. E é compreensível. O Brasil é um país continental e se nós pudermos, cada vez mais, chegar aos alunos que moram distante dos grandes centros, com qualidade, isso só pode ser uma coisa boa. A maior prova de que a EAD faz parte da política do MEC é a resolução do MEC que autoriza as instituições federais de ensino a oferecerem, na modalidade à distância, até 20% do conteúdo dos cursos presenciais.
P- Isto pode ser feito sem comprometer a qualidade dos cursos?
Erivaldo
– Pode, se investirmos não só em equipamentos, mas, sobretudo, em pessoas. Ao contrário do que muita gente pensa, ensinar à distância exige uma equipe numerosa e bem qualificada. Mas vale à pena, porque se esta equipe trabalhar bem realmente ela consegue oferecer uma boa formação ao aluno.
P- Os quatro projetos do Deted que acabam de serem aprovados têm exatamente quais objetivos?
Erivaldo
– O primeiro deles, que será coordenado pelo professor Artemílsom Lima, é para elaboração de materiais didáticos, que vão desde as teleaulas do ProITEC, a jogos e softwares educacionais; o segundo, a cargo das professoras Ilane Ferreira Cavalcante e Ana Lúcia Sarmento, é para a oferta de um curso de formação em novas tecnologias de comunicação e informação voltado a professores e pedagogos do Instituto. O curso terá duração de seis meses, com 180 horas de aulas, num modelo semi-presencial.
P – E os outros dois projetos?
Erivaldo
- O terceiro deles terá como objetivo estimular o uso do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) em todos os níveis e modalidades de ensino e em todos os campi. Esse projeto, coordenado pelo professor Wagner, terá várias fases. Uma das mais importantes será justamente a primeira, em que será feita uma consulta a todos os servidores sobre como tornar a Plataforma Moodle ainda melhor para as nossas necessidades. Por fim, o quarto projeto aprovado é a materialização do objetivo maior dos três anteriores: a oferta de cinco disciplinas, à distância, do curso de Licenciatura em Espanhol presencial. Para este projeto serão oferecidas bolsas de tutorias, cujos editais sairão no primeiro trimestre do ano que vem. A coordenação dele ficará com a técnica em audiovisual Elizama das Chagas Lemos.
P – Mas, do que adianta investir na capacitação dos professores e pedagogos sem que eles tenham a iniciativa de trabalhar nessa área?
Erivaldo
- Exatamente. Esse é um problema que ainda enfrentamos, mas que aos poucos estamos conseguindo vencer. De fato, aqui no Instituto estamos precisando de servidores que queiram aprender a essa nova maneira de trabalhar e acho que não poderia haver uma melhor hora para isso. Nos últimos três anos, nosso departamento recebeu reforços importantes, de gente jovem e entusiasmada com a educação à distância, como a técnica de áudio-visual Elizama Lemos e o professor de Sistemas de Informação, Wagner de Oliveira. Ambos são altamente capacitados e tem muita vontade de contribuir para a expansão da EAD no nosso Estado. Esperamos que outros como ele venham a se juntar a nós e aproveito esta oportunidade para convidar os servidores que tiverem interesse em conhecer o nosso trabalho para que nos visitem, aqui no Campus Natal-Central, no terceiro andar do prédio do NIT.
P – Voltando aos projetos, como serão aplicados os recursos destinados a eles?
Erivaldo
- 80% dos recursos serão aplicados na formação de pessoal, através de bolsas FNDE e serviços de pessoa física para a elaboração e execução dos projetos; o restante é para materiais permanentes e de consumo. Todas as bolsas a serem concedidas serão de pesquisa, para professores e técnicos administrativos, com duração de um ano. A previsão é de que os recursos comecem a ser liberados em setembro.

P - Além desses projetos, o que mais está sendo feito na instituição para reduzir as dificuldades, até mesma administrativas, provocadas pela expansão do IFRN para municípios distantes da capital?
Erivaldo
- Bem, acabamos de investir aproximadamente R$ 600 mil para conseguirmos, de uma vez por todas, realizar vídeos-conferências com qualidade de som e imagem. Hoje, 10 campi do IFRN estão com o sistema em fase de instalação e de teste. A conexão entre os campi e a Reitoria será feita no Campus Natal-Central, com equipamentos capazes de realizar 20 conexões simultâneas. Isso vai facilitar enormemente e baratear o custo de cursos, treinamentos e reuniões entre servidores de campi diferentes.

Fonte: www.ifrn.edu.br
Reitores de sete federais de MG discutem 'megauniversidade'
Reitores de sete universidades federais em Minas Gerais - de Alfenas (Unifal), Itajubá (Unifei), Lavras (Ufla), São João del-Rei (UFSJ), Ouro Preto (Ufop), Juiz de Fora (UFJF) e Viçosa(UFV) - se reúnem nesta terça-feira, 3, em Belo Horizonte, para discutir detalhes finais de um consórcio que unirá as instituições em uma espécie de megauniversidade.
Segundo o Ministério da Educação, não há impedimento legal para a iniciativa, mas o projeto que deve sair do encontro ainda terá que ser aprovado pelo ministro Fernando Haddad. Ele já se reuniu com os reitores no mês passado, em Brasília, e, de acordo com a assessoria do ministério, o ministro se interessou pela ideia, mas precisa analisar o projeto final, pois se trata de uma proposta inédita no País.
Caso o consórcio seja aprovado, a megauniversidade reunirá aproximadamente 91 mil alunos de cursos presenciais de graduação e pós-graduação que funcionam em 17 cidades do sul e sudeste de Minas, além cursos a distância em 55 municípios. Segundo o MEC, as instituições, juntas, oferecem 15,6 mil vagas a cada vestibular. A megauniversidade terá 260 cursos presenciais de graduação, além de 111 cursos de mestrado e 59 de doutorado.
A proposta é que cada universidade mantenha a autonomia, com reitor e conselho superior próprios, mas unifiquem o plano de desenvolvimento institucional. Com isso, as unidades terão estratégia conjunta para captação de recursos, projetos integrados de ensino e pesquisa e a possibilidade de transferência de equipamentos e tecnologia entre si.
As universidades foram escolhidas pela qualidade do ensino, além da proximidade geográfica. De acordo com o MEC, todas apresentam, na graduação, índice geral de cursos com nota 4 e 5, que são as maiores para esse tipo de educação. Já na pós-graduação, 15 programas têm nível 5, cinco têm nível 6 e dois alcançam nível 7, o mais alto da escala de avaliação desse tipo de ensino.

Fonte: www.mec.gov.br

sábado, 31 de julho de 2010

Experiência na EAD proporciona ampla visão do meio educacional
ENTREVISTADO: Ricardo Holz Administração Pública e governos Ricardo Holz,30 anos. Formado em Gestão Pública (Facinter) pós-graduado em Administração Pública e Governo (ILP / FGV) é diretor executivo do grupo Blue, de comunicação e presidente da ABE-EAD.

Você foi aluno de EAD, como foi essa experiência?
O que esta vivência diferenciada lhe proporcionou?Estudar a distância foi uma ótima experiência. Na verdade ainda é, uma vez que curso uma pós-graduação nesta metodologia. Quando iniciei meu primeiro curso EaD, que foi uma graduação em gestão pública pela Fatec, do grupo Uninter, fiz esta opção em virtude da falta de tempo para freqüentar todos os dias no mesmo horário uma sala de aula, e outro fator determinante foi na época, a dificuldade financeira para arcar com os altos custos de um curso presencial.A experiência, em primeiro lugar, mudou minha vida, pois foi o elo que usei para somar minha vontade de crescer e ter sucesso a uma formação. Hoje eu acredito que é possível proporcionar acesso ao ensino superior para um universo de pessoas que não poderiam estudar de outra forma.
Quais os pontos positivos e negativos que você pode identificar entre a EAD e a educação presencial?
Os pontos positivos são, sem dúvida, a flexibilização do tempo de estudo, que faz com nós possamos adequar a realidade vivida com a possibilidade de se aperfeiçoar, passando a depender apenas de nossos esforços. Soma-se a isso outro fator de suma importância para a realidade brasileira, que é o custo menor das mensalidades a serem pagas, entre outros.Os pontos negativos são, como também é no ensino presencial a necessidade de melhoria na infra-estrutura da metodologia que, ao longo do curso foi se aperfeiçoando. Contudo, a maioria das instituições ainda hoje precisa melhorar em diversos aspectos como, por exemplo, atendimento aos alunos, material didático, web tutoria etc.
Hoje, como presidente da ABE ? EAD, o modo como enxerga o ensino a distância sofreu alguma modificação?
Hoje tenho uma visão mais global do processo como um todo, em razão de estar em contato constante com os três pilares do sistema: o MEC / SEED, os estudantes e as instituições, o que faz eu ter uma visão diferente de quando era apenas aluno.
Como a ABE enxerga EAD no Brasil atualmente?
A EaD, em especial no ensino superior, esta atravessando um momento delicado de adaptações e ajustes. Com uma nova legislação imposta por parte do SEED / MEC para as instituições, fará com que o setor, com certeza, se reestruture, e esta reestruturação afetará os estudantes de formas diferentes. De um lado teremos corrigido situações inaceitáveis por parte de algumas IES que estavam tratando a educação superior de forma estritamente mercantilista. Por outro lado o MEC esta engessando a EaD no sistema presencial e tirando uma das principais virtudes da metodologia que é a flexibilidade. No momento em que obriga as faculdades a terem uma infra-estrutura exagerada para constituírem seus pólos, (e muitas vezes não será utilizada pelos alunos). Isso vai inviabilizar a instalação destes em locais onde mais seriam necessários: em localidades distantes e que possuem números baixos de habitantes. Fechar pólos de uma hora para outra pode representar o fim do curso naquela localidade e serão, principalmente, os estudantes os mais prejudicados.
Qual o propósito da ABE, em que momento o estudande de EAD pode contar com ela?
Quando eu estava cursando graduação, a UNE não dava a menor atenção para os alunos de EaD, sequer para emitir a tal carteirinha de meia-entrada. Era um momento (e ainda vivemos muito disso) que os estudantes de EaD não sabiam nada a respeito do curso, seu reconhecimento ou autorização, a validade do diploma, etc. Então, se fez necessário a criação de uma entidade representativa dos estudantes desta metodologia, nasceu a ABE-EAD com o propósito de informar e auxiliar os estudantes sobre a mecânica desta ?nova? forma de ensino ?aprendizagem no Brasil.O estudante que tiver qualquer tipo de duvida ou dificuldade pode entrar em contato com a ABE-EAD através de nosso site www.estudantesead.org.br e o auxiliaremos.
O que ainda precisa ser melhorado?
Muita coisa ainda precisa melhorar, é certo que a EaD está apenas engatinhando por aqui, e, certamente vai se enraizar e sofrer as melhorias necessárias no tocante ao ensino-aprendizagem e em paralelo quebrar um dos maiores paradigmas enfrentado hoje, que é o preconceito com a metodologia. Quem hoje cursa educação a distância, vive questões de preconceito referente à qualidade e validade de seu diploma que beiram o absurdo, o desconhecimento é um mal que temos que enfrentar.
Como a ABE pode ajudar para que essas melhorias aconteçam?
A ABE-EAD já está desenvolvendo projeto que possa levar à comunidade em geral mais informação sobre o método, seus benefícios, sua validade e qualidade. Hoje fazemos isto através da EaD em Revista um periódico distribuído gratuitamente em todo o Brasil.Com os próprios estudantes de EaD fazemos um trabalho de conscientização através de palestras e atendimento em nosso site para esclarecer duvidas e transformá-los em vitrine da EaD.
Em que campos a ABE pode agir para mudar, ou amenizar, o preconceito existente dentro do próprio mercado de trabalho contra o profissional formado pela EAD?
Parcerias efetivas com os órgãos que representam a industria e comércio no país, que esclareçam seus associados do que é, como funciona a EaD noo Brasil e, principalmente, de que para o MEC não existe distinção entre alunos de EaD e presencial, a não ser pela metodologia de ensino.
Como a ABE vê os recentes fechamentos de pólos de algumas instituições de EAD?A SEED / MEC precisava fazer uma reformulação na legislação sim, e principalmente melhorar a fiscalização. Contudo, acreditamos que da forma com tem sido feito pode prejudicar o setor e em especial, pode prejudicar os estudantes que estão aonde pólos foram fechados, e que podem ficar a ver navios no meio do curso. Estamos acompanhando e participando de todo o processo para acionar os estudantes no momento em que percebermos que estes possam sair lesados de alguma forma.
ENTREVISTADOR / José Tadeu de Oliveira Filho Jornalista que atua no mercado editorial 3 anos. Envolvido em assuntos ligados à educação, comunicação e assessoria de imprensa.
UFRN / Trancamento A POSTERIORI termina hoje
O prazo para o aluno requerer trancamento a posteriori termina hoje. O pedido de trancamento a posterior (referente ao semestre 2010.1) tem respaldo legal no artido 264 do Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação.
A Coordenação

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Câmara Cascudo tem obras relançadas pela UFRN
O folclorista e historiador potiguar Luiz da Câmara Cascudo teve cinco de suas obras reeditadas e publicadas pela Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (EDUFRN). A cerimônia de lançamento, realizada na tarde de ontem, 29, na Escola de Música da UFRN, contou com a presença do reitor Ivonildo do Rêgo, da vice-reitora Ângela Cruz, do diretor da COSERN, José Roberto Bezerra de Medeiros, e da filha do historiador, Ana Maria Cascudo Barreto, diretora do Instituto Câmara Cascudo – Luduvicos.
O relançamento das obras Gente Viva, História da Cidade do Natal, Na ronda do Tempo, Ontem e Pequeno Manual do Doente Aprendiz contou também com as presenças de Teodora Alves – do Núcleo de Arte e Cultura da UFRN (NAC) – de representantes do Ministério da Cultura e do jornalista e apresentador Tarcísio Gurgel. “Câmara Cascudo contava histórias gostosamente como se estivesse num alpendre de fazenda ou numa casa senhorial numa noite de luar. Sem, no entanto, perder a essência dos conteúdos históricos e documentais”, comentou Tarcísio.
Ana Maria Cascudo destacou a emoção e o prazer de ver as obras de seu pai reeditadas e novamente publicadas, além da satisfação de ter como parceiras instituições como a UFRN, o Núcleo Câmara Cascudo de Estudos Norte-Riograndeses da Universidade e a COSERN. Durante a cerimônia, foi assinado o termo de cooperação científica e tecnológica entre a Universidade e o Instituto Luduvicos. Também foi entregue o prêmio SBPC Cultural ao diretor da COSERN, José Roberto Bezerra de Medeiros, e a Ana Maria Cascudo.
José Roberto Bezerra enfatizou a parceria entre UFRN e COSERN e disse que ações como essas são essenciais para o crescimento social. Ele destacou, também, a alegria e o prazer em contribuir, juntamente com a UFRN, para a reedição dos livros de Câmara Cascudo.
Fonte:www.sistemas.ufrn.br/agecom

 #tbt  da ação realizada em homenagem ao dia 8 de março, dia Internacional das mulheres. Hoje é dia de relembrar as trajetórias de mulheres ...