Quem sou eu

terça-feira, 6 de outubro de 2009

MEC reagenda Enem para dias 5 e 6 de dezembro

Depois do vazamento da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o cancelamento do processo seletivo, o Ministério da Educação já tem nova data para a aplicação das provas. O Enem vai ser realizado nos dias 5 e 6 de dezembro.
As novas datas ainda podem sofrer alterações se o Ministério da Justiça não aprovar a proposta do MEC.
Para garantir o sigilo da prova, o ministro da Educação, Fernando Haddad, quer que a Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança avaliem os procedimentos de segurança da nova avaliação.
O Cespe, da Universidade de Brasília, e a Fundação Cesgranrio, segundo Fernandes, já aceitaram participar conjuntamente da aplicação da prova. Para tanto, deve ser assinado um contrato de emergência, sem licitação.

Fonte:http://www.redetv.com.br/portal/jornalismo/portaljornalismo/noticia.aspx?118,4,76883

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Coordenador fala aos vereadores sobre o Pólo






O Coordenador do Pólo Universitário de Luís Gomes, Professor Franklin Miguel Fernandes, participou da reunião ordinária dos vereadores de Luís Gomes, realizada no último dia 29 de setembro, onde na oportunidade falou aos vereadores explicando-lhes o que é o Pólo Universitário, sua importância para Luís Gomes e região do Oeste Serrano e Sertão Paraibano e, quais as instituições que oferecem cursos no mencionado Pólo.
A princípio o Coordenador destacou que o Pólo Universitário é resultado de uma ação empreendedora e futurista, que nasceu a partir do lançamento do edital nº 01/2005 do Sistema Universidade Aberta do Brasil / MEC, quando o então prefeito de Luís Gomes, Dr. Pio X Fernandes, mostrou-se favorável ao empreendimento de tal forma que os técnicos da Secretaria Municipal de Educação logo elaboraram o projeto e o remeteram para análise da equipe UAB/MEC. A elaboração do projeto contou com o apoio e a efetiva colaboração de todos da Secretaria, destacando-se o envolvimento do Secretário – Franklin Miguel Fernandes, das técnicas – Raimunda Maria de Oliveira Almeida e Zildamir Crisóstomo de Lima e Silva e da Consultora de Projetos – Professora Maria Fernandes Carlos de Oliveira, grande incentivadora do projeto.
Destacou-se também na fala do Coordenador que o Pólo que iniciou suas atividades em 2007 com o Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental, oferecido pelo IFRN, hoje contando com os Cursos de Matemática, Física, Biologia e Geografia pela UFRN, estando em curso o processo seletivo para implantação do Curso de Bacharelado em Administração pela UFRN. Em 2010 o Pólo Universitário passará a atuar com a oferta de 5 cursos de especialização, sendo alguns deles inéditos em toda a região de sua abrangência, que se configura hoje em 19 municípios do Alto Oeste Serrano e Sertão Paraibano.
A presença das instituições parceiras: Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN, uma das 10 melhores do país e do Instituto Federal de Educação, Ciência e tecnologia do Rio Grande do Norte – IFRN, instituição que ao longo de sua existência tem sido classificada por diversas vezes como a melhor do Brasil, tem sido uma constante em nosso município, quer com fim administrativo, quer para realizar eventos científicos que envolvem não apenas a comunidade acadêmica, mas de forma substancial estudantes, professores e profissionais da educação. Essas instituições também têm servido de um importante canal de divulgação e promoção do município de Luís Gomes para além fronteiras, pois, por diversas vezes o Pólo de Luís Gomes tem sido notícia no programa IFRN EM FOCO, na TV Universitária e, recentemente foi gravado um documentário que envolve o Pólo de Luís Gomes, pela TV Universitária – UFRN, que será exibido entre 19 e 24 de outubro na XV Cientec, Semana de Ciência, Tecnologia e Cultura da UFRN, evento que reúne estudantes, professores, pesquisadores e comunidade.
Deu-se ênfase também ao Projeto “Cinema no Pólo”, uma conquista tanto para o Pólo de Luís Gomes como para a própria cidade, pois estamos falando de um Projeto da Pró-Reitoria de Extensão - o primeiro do gênero a ser implantado pela UFRN na modalidade do sistema UAB, o qual serviu de modelo para a implantação nos demais pólos. O Projeto “Cinema no Pólo”, constitui em sessões de cinema mediadas. E, foi destacado também a Jornada de Conscientização Ambiental, que constitui em um evento de grande repercussão, onde a comunidade acadêmica conclama a sociedade a refletir e agir em defesa do meio ambiente.
A parceria da Prefeitura Municipal de Luís Gomes, órgão proponente, com o FNDE, MEC, CAPES e demais órgãos governamentais também foi destacado pelo Coordenador, que ressaltou em alto e bom som que a Prefeitura de Luís Gomes, tanto na administração “O progresso continua”, do então prefeito Dr. Pio X Fernandes, quanto agora com a administração “Compromisso com o futuro”, do prefeito Dr. Carlos José Fernandes, não tem medido esforços para dar as condições necessárias ao seu funcionamento, custeando, por exemplo, 50 % de todas as viagens de campo exigidas pelas instituições formadoras. E, por fim destacou que o prefeito de Luís Gomes, Dr. Carlos José Fernandes, mesmo em meio à catastrófica crise financeira que atinge os pequenos municípios de todo o país, adquiriu um terreno de 900 metros quadrados, próximo ao Colégio Padre Osvaldo, local onde hoje funciona o Pólo, para dar início às obras que assinalaram o nascer da sede própria do Pólo, haja vista que o Pólo, está habilitado a receber o valor de 250 mil reais, para erguer a parte física dos laboratórios, o que demonstra o compromisso da gestão para a efetivação do Pólo Universitário e, que assim sendo gostaria de contar com o voto de todos os vereadores, para aprovar o projeto de Lei Municipal 018/2009, que institucionaliza o Pólo e cria o Conselho de Pólo.
Concluída a fala do Coordenador, o presidente da Casa, Vereador José Ismar Ferreira destacou o engajamento do Coordenador e, disse: “Professor Franklin Miguel você pode contar com o apoio dessa casa, para melhor ainda mais a educação de Luís Gomes”. E, o vereador Agostinho Bernardo de Araújo destacou o trabalho do coordenador do Pólo e, enfatizou dizendo: “Você, professor Franklin Miguel, é o sucessor de Padre Osvaldo, você defende a educação de nossa cidade com gosto, você não tem hora, não mede esforços e, é sobretudo uma pessoa simples, humilde que faz o que faz, pensando apenas em ver o progresso de nosso município, em ver as pessoas mais humildes terem também o direito de estudar, de freqüentar um a boa Faculdade, coisa que eu não tive, mas que graças a sua luta e a vontade dos nossos governantes Luís Gomes é hoje o que você diz com tanto orgulho CIDADE UNIVERSITÁRIA.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Feriado do dia dos Mártires altera rotina do Pólo

Caros Estudantes,

Haviamos publicado anteriormente que sábado, 03 de outubro, não haveria atendimento no Pólo em virtude da aplicação das provas do ENEM, só que a aplicação das provas do ENEM foram suspensas, mas mesmo assim não haverá atendimento sábado no Pólo, haja vista ser o dia 03 de outubro feriado estadual. Mas não adianta procurar no calendário, pois o feriado é novo. Trata-se do Dia dos Bem-Aventurados Mártires de Cunhaú e Uruaçu, instituído pela Lei número 8913/2006, que foi promulgada pela governadora Wilma de Faria em 6 de dezembro de 2006.

Saiba um pouco da história


Segundo a história oficial, em 16 de julho de 1645 o padre André de Soveral e outros 70 fiéis católicos foram cruelmente mortos por centenas de soldados holandeses e índios potiguares. Os fiéis participavam da missa dominical na Capela de Nossa Senhora das Candeias, no Engenho Cunhaú, município de Canguaretama, no litoral sul potiguar.Os holandeses eram calvinistas e teriam promovido o massacre por intolerância ao catolicismo.


Três meses depois, em 3 de outubro de 1645, aconteceu outro martírio, no qual 80 pessoas, foram mortas por holandeses, entre elas, o camponês Mateus Moreira. Segundo ficou registrado por cronistas da época, ele teve o coração arrancado pelas costas. O massacre aconteceu na Comunidade Uruaçu, em São Gonçalo do Amarante, distante de Natal 18 km.

O processo de beatificação foi concedido pela Santa Sé no dia 16 de junho de 1989. Em 21 de dezembro de 1998 o papa João Paulo II assinou o decreto reconhecendo o martírio de 30 brasileiros, sendo dois sacerdotes e 28 leigos. A celebração de Beatificação aconteceu na Praça de São Pedro, no Vaticano, dia 5 de março de 2000, presidida pelo papa João Paulo II. Cerca de mil brasileiros participaram da cerimônia religiosa.

PÓLO É INSTITUÍDO POR LEI

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental: Coordenação divulga orientações para elaboração do projeto de monografia
ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE MONOGRAFIA

Resumo

O presente texto apresenta aos alunos alguns aspectos formais de um Projeto de Monografia. A exposição dos diferentes capítulos que compõem referido projeto (introdução; objetivos; justificativa; metodologia e bibliografia) e de seu conteúdo têm por objetivo formular uma proposta de padronização para os diferentes cursos.
Palavras-chaves: metodologia, pesquisa científica, Projeto de Monografia

Vale confessar previamente para evitar falsas expectativas: este pequeno texto tem pretensões muito modestas e objetivos meramente didáticos. Seus objetivos são apresentar ao aluno alguns aspectos formais do Projeto de Monografia, ao mesmo tempo em que são transmitidas certas informações que podem simplificar sua vida acadêmica.
Um Projeto de Monografia é composto de elementos pré-textuais, formado por capa e sumário; elementos textuais, compostos de Introdução, Objetivos, Justificativa e Metodologia; e elementos pós textuais, do qual fazem parte Cronograma e Bibliografia.
A atenção recairá, aqui, sobre os elementos textuais que compõem o projeto. Comecemos, pois, por alguns aspectos gráficos importantes. O texto do corpo do projeto deve ser redigido em fonte tamanho 12 e espaçamento 1,5. A fonte é Times New Roman. O papel tamanho A4 é o recomendável.
As margens são as seguintes: esquerda, 3,0 cm; direita 3,0 cm; superior 2,5 cm; inferior 2,5 cm. As páginas devem ser numeradas no canto superior direito, tendo início naquelas referentes aos elementos textuais – capa e sumário não são numerados, muito embora entrem na contagem de páginas (Garcia, 2000). O texto não deve ultrapassar a 10 laudas.

Introdução
Nem todos os modelos de projetos de pesquisa incluem uma introdução. Muitas vezes passa-se diretamente aos objetivos. Mas é bom não esquecer de que quem lê um projeto lê muitos. É sempre conveniente, portanto, introduzir o tema da pesquisa, procurando captar a atenção do leitor/avaliador para a proposta. A redação, como nos demais capítulos, deve ser correta e bem cuidada. Uma leitura prévia e atenta do material utilizado pelo professor de Metodologia (1 período do curso) é recomendável. Além desse material leia também Medeiros (1999) poderá ajudar muito na hora de escrever o texto. Para as dúvidas mais correntes da Língua Portuguesa verificar Garcia (2000) e Martins (1997). Dicionários também são imprescindíveis nessa hora.
Na Introdução, é de se esperar que seja apresentado o tema de pesquisa. Escolher um tema é, provavelmente, uma das coisas mais difíceis para um pesquisador iniciante.Um bom começo é conhecer o que outros já fizeram, visitando bibliotecas presenciais e virtuais onde seja possível encontrar monografias de conclusão de curso, dissertações de mestrado e teses de doutorado. Tais trabalhos podem servir como fonte de inspiração, além de familiarizar o aluno com os aspectos formais, teóricos e metodológicos do trabalho científico.
A primeira regra para a escolha do tema é bastante simples: o pesquisador deve escolher um tema do qual goste. O trabalho de pesquisa é árduo e, às vezes, cansativo. Sem simpatizarmos com o tema, não conseguiremos o empenho e a dedicação necessárias.
A segunda regra é tão importante quanto a primeira: o pesquisador não deve tentar abraçar o mundo. A tendência dos jovens pesquisadores é formular temas incrivelmente amplos, geralmente resumidos em uns poucos vocábulos: A educação ambiental; a Internet; A televisão; A Música Popular Brasileira; O Direito Ambiental; Resíduos sólidos; são alguns exemplos. É preciso pensar muito bem antes de seguir esse caminho. O pesquisador inexperiente que enveredar por ele terá grandes chances de produzir um estudo superficial, recheado de lugares comuns.
O tema deve ser circunscrito tanto espacial como temporalmente. "Os Resíduos sólidos", por exemplo, é um tema muito amplo. Mas você poderá fazer um recorte e investigar “Como ocorre a deposição dos resíduos sólidos na cidade de Martins”.
Temas apoiados em palavras e sentido muito amplo, como "influência" e "atualidade", também devem ser evitados. O pesquisador deve se perguntar se o tema escolhido não permite perguntas do tipo: O quê? Onde? Quando?
Uma vez anunciado o tema da futura pesquisa, é conveniente o pesquisador descrever qual foi sua trajetória intelectual até chegar a ele. Como se sentiu atraído por esse tema? Que matérias despertaram seu interesse durante a graduação? Que autores lhe inspiraram?
Apresentado o tema é hora seguir adiante e expor os objetivos propriamente ditos da pesquisa.
Objetivos
Este capítulo deve começar de forma direta, anunciando para o leitor/avaliador quais são os objetivos da pesquisa: "O objetivo desta pesquisa é..."; "Pretende-se ao longo da pesquisa verificar a relação existente entre..."; "Este trabalho enfocará..."; são algumas das formas às quais é possível recorrer.
Vários autores desenvolvem em trabalhos de metodologia do trabalho científico e intelectual o tema da documentação pessoa. Bons guias para tal são Severino (2000, p. 35-46) e Salomon (1999, p. 121-143), mas a descrição realizada por Mills (1975, p. 211-243) continua insuperável.
Se na Introdução era apresentado o tema, no capítulo Objetivos será abordado o problema, bem como as hipóteses que motivarão a pesquisa científica. A pergunta chave para este capítulo é "o que se pretende pesquisar?"
Um problema científico tem a forma de uma questão, de uma pergunta. Mas é uma questão de tipo especial. É uma pergunta formulada de tal maneira que orientará a investigação científica e cuja solução representará uma ampliação de nossos conhecimentos sobre o tema que lhe deu origem. Uma resposta provisória a este problema científico é o que chamamos de hipótese. A pesquisa científica deverá comprovar a adequação de nossa hipótese, comprovando se ela, de fato, é uma solução coerente para o problema científico anteriormente formulado.
Franz Victor Rudio apresenta, em seu livro, uma série de interrogações que podem ajudar o jovem pesquisador a escolher o seu tema de investigação e verificar sua viabilidade:
"a) este problema pode realmente ser resolvido pelo processo de pesquisa científica?
b) o problema é suficientemente relevante a ponto de justificar que a pesquisa seja feita (se não é tão relevante, existe, com certeza, outros problemas mais importantes que estão esperando pesquisa par serem resolvidos)?
c) Trata-se realmente de um problema original?
d) a pesquisa é factível?
e) ainda que seja ‘bom’ o problema é adequado para mim?
f) pode-se chegar a uma conclusão valiosa?
g) tenho a necessária competência para planejar e executar um estudo desse tipo?
h) os dados, que a pesquisa exige, podem ser realmente obtidos?
i) há recursos financeiros disponíveis para a realização da pesquisa?
j) terei tempo de terminar o projeto?
l) serei persistente?" (Rudio, 1999, p. 96).
Alguns autores recomendam a separação dos objetivos gerais dos objetivos específicos ou do objetivo principal dos objetivos secundários. Para atingir seus objetivos mais gerais ou o objetivo principal, será necessário percorrer um caminho de pesquisa que o levará até eles. São etapas da pesquisa que fornecerão a base para abordar de maneira mais direta e pertinente o objetivo principal.
Essa separação é procedente do ponto de vista analítico. Mas os diferentes momentos da pesquisa só se justificam na medida em que ajudarão a esclarecer o problema principal. Não é preciso fazer essa separação em subcapítulos desde que fique claro quais são os objetivos gerais e quais são específicos, qual é o principal e quais os secundários.
Justificativa
Chegou a hora de dizer porque a universidade, o orientador ou uma instituição de financiamento deve apostar na pesquisa proposta. Neste capítulo é justificada a relevância do tema para a área do conhecimento científico à qual o trabalho está vinculado. A pergunta chave deste capítulo é "por que esta pesquisa deve ser realizada?"
Vários autores, entre eles Lakatos e Marconi (1992), colocam o capítulo da justificativa antes dos objetivos. A inversão não faz muito sentido: como justificar o que ainda não foi apresentado? A ordem Objetivos, primeiro, e Justificativa, depois, parece ser a melhor do ponto de vista lógico.
É nas justificativas que o pesquisador deve apresentar o estado da arte, ou seja o ponto no qual se encontram as pesquisas científicas sobre o tema escolhido. O diálogo com os principais autores ou correntes interpretativas sobre o tema deve ser levado a cabo neste capítulo.
Já que é aqui que serão feitas o maior número de citações ou referências bibliográficas, vamos repassar brevemente as técnicas de citação e referência. Se a citação tiver até duas linhas, ela pode ser reproduzida em itálico, no corpo do parágrafo.
E não esquecer, "a citação deve ser direta e deve vir entre aspas, como todas as citações e com indicação da fonte seja em rodapé, seja pelo sistema autor/data."
(Henriques e Medeiros, 1999, p. 127). Quando a citação tiver três ou mais linhas ela deverá iniciar um novo parágrafo e estar digitada com um espaçamento entre linhas 1,5, um espaço antes, um depois e recuo à esquerda.4 É o que ensina Medeiros:
"No trabalho científico, as citações com até duas linhas são incluídas no parágrafo em que se faz referência a seu autor. Já as transcrições de três linhas ou mais devem ser destacadas, ocupando parágrafo próprio e observando-se recuo e aspas no início e no final da citação." (Medeiros, 1999, p. 104)
Na barra de ferramentas do Word há o botão Aumentar Recuo, muito útil nessas situações, outra possibilidade é criar o estilo Citação, através do menu Formatar Estilo, com espaçamento entre linhas 1,5 e recuo esquerdo 2,5cm.
Quando uma citação vier intercalada por outra citação, está última virá entre aspas simples (‘ ’) Vale ainda lembrar que supressões no texto citado devem ser assinaladas por reticências entre parênteses – (...) –; e que destaques no texto transcrito devem ser feitos com itálico, assinalando ao final, entre parênteses a expressão "grifos nossos"
Até aqui utilizamos a técnica autor/data, a recomendada para as monografias e publicações da UniABC. Outra opção é a técnica referência de rodapé. Neste caso, a indicação do autor, do título do livro e da página vão no rodapé.6 Para isso deve ser utilizado o menu Inserir Notas do Word e escolha Nota de rodapé e AutoNumeração.
Metodologia
Neste capítulo o pesquisador deverá anunciar o tipo de pesquisa (formulador, descritivo ou exploratório) que empreenderá e as ferramentas que mobilizará para tal (Cf. Moraes, 1998, p. 8-10 ). A pergunta chave que deve ser respondida aqui é "como será realizada a pesquisa?"
"Trata-se de explicitar aqui se se trata de pesquisa empírica, com trabalho de campo ou de laboratório, de pesquisa teórica ou de pesquisa histórica ou se de um trabalho que combinará, e até que ponto, as varias formas de pesquisa. Diretamente relacionados com o tipo de pesquisa serão os métodos e técnicas a serem adotados." (Severino, 1996, p. 130)
O pesquisador deverá esboçar a trajetória que seguirá ao longo de sua atividade de pesquisa. Para tanto deverá destacar: 1) os critérios de seleção e a localização das fontes de informação; 2) os métodos e técnicas utilizados para a coleta de dados; 3) os testes previamente realizados da técnica de coleta de dados. Ao contrário do que geralmente se pensa, dados não são necessariamente expressos em números e processados estatisticamente. O tipo de dados coletados durante a pesquisa depende do tipo de estudo realizado. Eles tanto podem ser o resultado de:
1. pesquisa experimental;
2. pesquisa bibliográfica;
3. pesquisa documental;
4. entrevista;
5. questionários e formulários;
6. observação sistemática
7. estudo de caso
8. relatórios de estágio." (Pádua, 1998, p. 132)
Para estas e outras regras de citação ver Segismundo Spina (1984, p. 55)
Cronograma
No cronograma o pesquisador deverá fazer um planejamento das atividades ao longo do tempo que você dispõe para a pesquisa. Ele é uma excelente ferramenta para controlar o tempo de trabalho e o ritmo de produção. Ao mesmo tempo, servirá para o orientador ou a agência financiadora acompanhar o andamento da pesquisa. Também aqui há uma pergunta chave: "quando as diferentes etapas da pesquisa serão levadas a cabo?"
A forma mais fácil de organizar um cronograma é sob a forma de uma tabela.
Com algumas variações tais normas são apresentadas, entre outros, por Severino (1996, p. 90-93) e Medeiros (1999, p. 1789-183). Embora Medeiros aconselhe a reprodução de todos os dados da obra no rodapé, tal medida é desnecessária, uma vez que eles se encontram na bibliografia do Projeto.
Para esquemas de capítulo metodológico ver Barros e Lehfeld (1999, p. 36-37) e Salomon (1999, p.222).
Para tanto pode ser utilizado o menu Tabela do Word para inseri-la. Depois devem ser selecionadas as células que é necessário marcar e com o comando Bordas e Sombreamento do menu Formatar preenchê-las, conforme o exemplo abaixo:

1º mês / Revisão bibliográfica
2º mês / Aplicação de questionários
3º mês / Processamento dos dados
4º mês / Observação no local da pesquisa
5º mês / Entrevistas
6º mês / Redação da monografia


Bibliografia
BARROS, Aidil de Jesus Paes de e LEHFELD, Neide Aparecida de Souza. Projeto de Monografia: propostas metodológicas. 8.ed. Petrópolis: Vozes, 1999.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 15.ed. São Paulo: Perspectiva, 1999.
GARCIA, Maurício. Normas para elaboração de dissertações e monografias. (Online,26.05.2000, http://www.uniabc.br/pos_graduacao/normas.html.
HENRIQUES, Antonio e MEDEIROS, João Bosco. Monografia no curso de Direito.São Paulo: Atlas, 1999.
LAKATOS, Eva Maria. MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1992.
LAVILLE, Christian e DIONNE, Jean. A construção do saber. Manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre/Belo Horizonte: Artmed/UFMG, 1999.
MARTINS, Eduardo. Manual de redação e estilo de O Estado de S. Paulo. 3.ed. São Paulo: O Estado de S. Paulo, 1997.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica. A prática de fichamentos, resumos, resenhas. 4.ed. São Paulo: Atlas, 1999.
MILLS, C. Wright. A imaginação sociológica. 4.ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.
MORAES, Reginaldo C. Corrêa de. Atividade de pesquisa e produção de texto. Textos Didáticos IFCH/Unicamp, Campinas, n. 33, 1999.
PÁDUA, Elisabete Matallo Marchesini. O trabalho monográfico como iniciação à pesquisa científica. In: CARVALHO, Maria Cecília M. de. Construindo o saber.Metodologia científica: fundamentos e técnicas. 7.ed. Campinas: Papirus, 1998.
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao Projeto de Monografia científica. 24.ed. Petrópolis:Vozes, 1999.
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 8.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo:Cortez, 1996.
SPINA, Segismundo. Normas para trabalhos de grau. São Paulo: Ática, 1984.

Fonte: http://www. trabalhosmonografia.com/Guia.doc
Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental: Coordenação esclareço o atraso na entrega do CD

Caros alunos,

Devido a um problema operacional não conseguimos enviar os CDs para os pólos em tempo hábil. Assim, disponibilizamos as aulas do CD2 na plataforma. Solicite aos alunos que acessem as aulas por lá. Em breve estaremos encaminhando os CDs. (...)
Solicitamos mais uma vez que entrem no SISTEMA ACADÊMICO e olhem sua situação. Não adianta estar matriculado no Moodle. É preciso estar matriculado no sistema acadêmico e no Moodle.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

SIsUAB
Polo do RN tem ações de comunicação diversificadas
Seg, 21 de setembro de 2009 17:33

Uma página na internet, um informativo impresso e um programa de rádio são as ferramentas do polo presencial da Universidade Aberta do Brasil (UAB) do município de Luís Gomes (RN) para divulgar notícias, ações e promover discussões sobre educação a distância.
Segundo o coordenador do polo, Franklin Miguel Fernandes, as iniciativas têm o objetivo de aproximar o polo da comunidade. "Muitas vezes até as instituições tomam conhecimento de nossas atividades por meio de nosso
blog, que está sempre atualizado", acrescenta Fernandes.
O coordenador, os tutores e alunos escrevem os textos do informativo impresso, que é editado a cada dois meses, desde 2008, e distribuído na cidade. O blog traz os informes do dia a dia. Às quartas-feiras, de 11h25 ao meio-dia, o polo apresenta o programa Compromisso com o Futuro numa rádio FM comunitária.
Além destas iniciativas, desde 2008 o polo promove sessões de filmes sobre educação, seguidas de debates ao longo do semestre letivo. O Cinema no Polo cresceu e se transformou em projeto de extensão universitária coordenado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), sendo implementado em outras unidades da UAB no estado.
Mantido pela prefeitura, o polo de Luís Gomes existe desde 2007, e abriga os cursos de licenciatura em ciências biológicas, física e matemática, ofertados pela UFRN e de tecnologia em gestão ambiental, ofertado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRN). No próximo ano, será iniciado o curso de bacharelado em administração pública da UFRN. Mais de 200 alunos de 19 municípios frequentam os cursos, vindos das regiões do oeste serrano do Rio Grande do Norte e do norte da Paraíba.
Matéria publicada pela Assessoria do Portal SISUAB: www.uab.capes.gov.br/sisuab

 #tbt  da ação realizada em homenagem ao dia 8 de março, dia Internacional das mulheres. Hoje é dia de relembrar as trajetórias de mulheres ...